28 de fev de 2011

Promotoria Comunitária começa os trabalhos

Por Cintia Ferreira

Queixas ligadas ao barulho em excesso lideram a reunião


Aconteceu no anfiteatro Dr. Waldomiro Francisco do Instituto Superior de Ciências Aplicadas, do ISCA Faculdades, a primeira reunião da Promotoria Comunitária de Limeira. A reunião contou com 60 pessoas entre munícipes, líderes comunitários, agentes sociais, representantes de órgãos públicos e promotores.

Na abertura, Dr. Luiz Alberto Segalla Bevilacqua, promotor da comarca, salientou a necessidade das reclamações serem coletivas e após a distribuição, retornaram a mesa 25 fichas com temas sobre: barulho em bares, falta de acessibilidade e perigo no caixa eletrônico.

As reivindicações foram encaminhadas à mesa mediadora por meio de formulários e, posteriormente, foram separadas por áreas de autuação. Para a Profª. Drª. Maria Eliza Vieira Elias diretora do Isca Faculdades a reunião foi um sucesso e será de grande valia para o aprendizado dos alunos da Instituição, "A População junto com os alunos farão a diferença", enfatizou a diretora.

A próxima reunião foi marcada para a terça-feira 29/03 a partir das 9h30, no Isca, e a população está convidada a participar.

O Projeto

A promotoria Comunitária é um projeto pelo meio do qual o Ministério Público de São Paulo atua na busca de soluções para problemas sociais e das políticas públicas que interferem nas questões de segurança pública e justiça.

A Promotoria Comunitária passa a atuar na comunidade civil, polícias e órgãos públicos, dentre outros. O projeto não se trata apenas de um novo método de trabalho, mas de uma nova filosofia que vem sendo implantada para fazer do Ministério Público uma instituição mais comprometida com a comunidade e com a busca de melhor qualidade de vida para a comunidade.

A solenidade de instalação do projeto da Promotoria Comunitária da cidade de Limeira aconteceu dia 03 de fevereiro de 2010 e o interesse da instalação da Promotoria Comunitária de Limeira nasceu do conhecimento dos resultados que o projeto atingiu na cidade de Guarulhos e no bairro de Santo Amaro, em São Paulo. Com essas experiências, a Procuradoria Geral de Justiça vem estimulando sua instalação no Estado.

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