por Rafael Leite de Campos
Conquistar a independência financeira. É com esse objetivo que muitos jovens buscam o primeiro emprego. Fernanda Franco dos Santos, 16 anos, estudante, procura emprego há um ano, mas está com dificuldades de encontrar, “pois as empresas exigem experiência”.
“A maioria das empresas pede pessoas com experiência, o que dificulta muito, pois ainda me faltam capacitação e formação. Se não me derem oportunidade, como vou adquiri-la?”, questiona.
Dácia Santana, 24 anos, trabalha desde os 15. Ela afirma que a falta de experiência foi um dos fatores que mais atrapalharam quando ela procurava emprego.
“A falta de experiência dificultou bastante. Por isso, no início, resolvi optar por atividades que não exigiam muitas habilidades e formação. Foi através da minha formação técnica que pude investir em meus estudos e hoje ter uma independência financeira”.
Segundo José Carlos Leite de Campos, 56, aposentado e formado em Economia, casos como o de Fernanda e Dácia não eram frequentes há alguma décadas atrás. “Os processos produtivos daquela época exigiam uso intensivo de mão de obra, pois havia bem menos tecnologia que hoje”, afirma.
Para ele, os avanços tecnológicos do mundo atual requerem mão de obra especializada, o que aumenta as dificuldades para o ingresso no mercado de trabalho.
“Hoje em dia, os postulantes a uma vaga no mercado de trabalho precisam estar bem preparados para exercer atividades mais sofisticadas, que exigem conhecimento científico e tecnológico”, observa.
Uma alternativa para quem procura o primeiro emprego é ir ao Posto de Atendimento ao Trabalhador (PAT). Todos os dias, entre 80 e 100 candidatos a vagas de emprego passam pelo PAT para se inscrever no sistema do Emprega SP.
O comércio é o que mais se destaca na oferta de empregos, com 179 vagas preenchidas no primeiro semestre de 2010. Em segundo lugar, vem a indústria, com 89, seguido pela construção civil, 62 vagas.
Em 2009, o recorde de ocupações ofertadas foi do setor do comércio com 343 vagas, seguido por faxineiro, com 290 vagas, e operador de caixa, com 249 vagas.
O PAT Limeira fica na rua Barão de Cascalho, 237, Centro.
20 de mai. de 2010
A madrugada que o país parou
por Thayla Ramos
Vinte e sete de março de 2010, meia-noite e 45. A madrugada que o país parou em frente ao Fórum Regional de Santana, Zona Norte de São Paulo, para ouvir do juiz Maurício Fossen a sentença de condenação de Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá.
O homicídio triplamente qualificado praticado pelo casal contra Isabella Nardoni, morta em 29 de março de 2008, quando foi jogada pela janela do sexto andar do Edifício London, prendeu a atenção de toda a mídia e causou comoção pública jamais vista diante de um caso de homicídio. O motivo? Alexandre Nardoni é pai de Isabella, e Anna Carolina Jatobá, a madrasta supostamente ciumenta.
Durante meses, todos os canais, revistas e jornais nacionais e regionais realizaram uma ampla cobertura do caso, acompanhando os depoimentos, as perícias e, finalmente, a prisão do casal Nardoni. Porém, o que mais ganhou espaço nas manchetes e primeiras-capas foram fotos retratando a ex-vida feliz da garotinha “assassinada” e a irremediável dor de Ana Carolina Oliveira, mãe de Isabella, cujo rosto tornou-se tão conhecido e exposto quanto o do presidente Lula.
A cobertura da morte da menina atingiu proporções de um romance policial imperdível, com direito a cenas de drama, suspense e ação que foram acompanhadas fielmente por milhões de brasileiros. Mas, ao contrário do incrível desfecho desta “novela”, a maioria dos casos de homicídios ou tentativa de homicídio entre pais e filhos termina com o réu recebendo uma sentença favorável. A conclusão é de um estudo da antropóloga Daniela Moreno Feriani, do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas (IFCH), da Unicamp. Ela avaliou 34 processos tramitados e julgados em um período de 20 anos - entre 1982 e 2002 - no Fórum de Campinas.
Segundo a pesquisa, divulgada no início deste ano, de 34 processos pesquisados, em 17 o réu teve sentença favorável e em oito houve condenação. Os outros processos foram arquivados por diversos motivos, como falecimento do réu ou desqualificação do crime para lesão corporal. Qual é, então, a novidade para tanto estardalhaço diante do Caso Isabella?
Um peso, duas medidas
Cerca de 200 pessoas, segundo estimativa da Polícia Militar, estavam aglomeradas em frente ao Fórum de Santana à meia-noite e 45, enquanto o juiz lia a sentença de condenação dos Nardoni. Em seus televisores, milhares de pessoas acompanhavam ao vivo a reação eufórica dos civis quando o resultado do julgamento soou pelos vários alto-falantes instalados nos portões e calçadas do Fórum.
Uma onda de alegria e fúria espalhou-se entre os presentes. Civis bateram palmas, pularam, soltaram fogos de artifício, balançaram-se nas grades de proteção do local. Fotógrafos dispararam simultaneamente seus flashes e repórteres narraram o resultado do julgamento com a entonação de quem narra o glorioso fim de uma partida de futebol.
Porém, emocionante mesmo foi o retorno do casal à penitenciária de Tremembé, no Vale do Paraíba, a 140 quilômetros de São Paulo, onde voltaram a ocupar suas carceragens. As pessoas aguardavam na saída do Fórum. A Polícia Militar temia um linchamento. Só que atirar pedras, tomates e disparar chutes e palavrões contra os veículos fortemente protegidos, onde os assassinos estavam invisíveis foi o máximo que os civis conseguiram fazer. Tudo isso, é claro, sobre o respaldo de câmeras e microfones.
Mas, ainda pior do que uma sociedade que comemora quando deveria calar-se e cala-se quando deveria protestar, é uma mídia que faz o mesmo. Se antigas teorias dizem que o jornalismo é o espelho da sociedade, talvez elas não estejam tão obsoletas: a imprensa brasileira realmente faz jus à frase.
Se inúmeros casos como o de Isabella acontecem no Brasil, por que não recebem a mesma repercussão e fiscalização da imprensa? Por que, diferentemente de Isabella, as crianças assassinadas não são filhas de advogados? Por que os pais que cometeram homicídio não são proprietários de um apartamento na Zona Norte de São Paulo?
De maneira nenhuma é maléfico que a mídia fiscalize o cumprimento das leis e procedimentos que são de interesse público: mas é maléfico que isso seja feito de acordo com o interesse do público, apenas quando as circunstâncias de um crime rendem boas fotos e entrevistas emocionantes, que garantam um aumento de audiência e vendas de exemplares.
Se a imprensa brasileira não trabalhasse com um peso e duas medidas, talvez os 17 dos 34 homicídios entre pais e filhos nos últimos anos não teriam ficado impunes.
Vinte e sete de março de 2010, meia-noite e 45. A madrugada que o país parou em frente ao Fórum Regional de Santana, Zona Norte de São Paulo, para ouvir do juiz Maurício Fossen a sentença de condenação de Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá.
O homicídio triplamente qualificado praticado pelo casal contra Isabella Nardoni, morta em 29 de março de 2008, quando foi jogada pela janela do sexto andar do Edifício London, prendeu a atenção de toda a mídia e causou comoção pública jamais vista diante de um caso de homicídio. O motivo? Alexandre Nardoni é pai de Isabella, e Anna Carolina Jatobá, a madrasta supostamente ciumenta.
Durante meses, todos os canais, revistas e jornais nacionais e regionais realizaram uma ampla cobertura do caso, acompanhando os depoimentos, as perícias e, finalmente, a prisão do casal Nardoni. Porém, o que mais ganhou espaço nas manchetes e primeiras-capas foram fotos retratando a ex-vida feliz da garotinha “assassinada” e a irremediável dor de Ana Carolina Oliveira, mãe de Isabella, cujo rosto tornou-se tão conhecido e exposto quanto o do presidente Lula.
A cobertura da morte da menina atingiu proporções de um romance policial imperdível, com direito a cenas de drama, suspense e ação que foram acompanhadas fielmente por milhões de brasileiros. Mas, ao contrário do incrível desfecho desta “novela”, a maioria dos casos de homicídios ou tentativa de homicídio entre pais e filhos termina com o réu recebendo uma sentença favorável. A conclusão é de um estudo da antropóloga Daniela Moreno Feriani, do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas (IFCH), da Unicamp. Ela avaliou 34 processos tramitados e julgados em um período de 20 anos - entre 1982 e 2002 - no Fórum de Campinas.
Segundo a pesquisa, divulgada no início deste ano, de 34 processos pesquisados, em 17 o réu teve sentença favorável e em oito houve condenação. Os outros processos foram arquivados por diversos motivos, como falecimento do réu ou desqualificação do crime para lesão corporal. Qual é, então, a novidade para tanto estardalhaço diante do Caso Isabella?
Um peso, duas medidas
Cerca de 200 pessoas, segundo estimativa da Polícia Militar, estavam aglomeradas em frente ao Fórum de Santana à meia-noite e 45, enquanto o juiz lia a sentença de condenação dos Nardoni. Em seus televisores, milhares de pessoas acompanhavam ao vivo a reação eufórica dos civis quando o resultado do julgamento soou pelos vários alto-falantes instalados nos portões e calçadas do Fórum.
Uma onda de alegria e fúria espalhou-se entre os presentes. Civis bateram palmas, pularam, soltaram fogos de artifício, balançaram-se nas grades de proteção do local. Fotógrafos dispararam simultaneamente seus flashes e repórteres narraram o resultado do julgamento com a entonação de quem narra o glorioso fim de uma partida de futebol.
Porém, emocionante mesmo foi o retorno do casal à penitenciária de Tremembé, no Vale do Paraíba, a 140 quilômetros de São Paulo, onde voltaram a ocupar suas carceragens. As pessoas aguardavam na saída do Fórum. A Polícia Militar temia um linchamento. Só que atirar pedras, tomates e disparar chutes e palavrões contra os veículos fortemente protegidos, onde os assassinos estavam invisíveis foi o máximo que os civis conseguiram fazer. Tudo isso, é claro, sobre o respaldo de câmeras e microfones.
Mas, ainda pior do que uma sociedade que comemora quando deveria calar-se e cala-se quando deveria protestar, é uma mídia que faz o mesmo. Se antigas teorias dizem que o jornalismo é o espelho da sociedade, talvez elas não estejam tão obsoletas: a imprensa brasileira realmente faz jus à frase.
Se inúmeros casos como o de Isabella acontecem no Brasil, por que não recebem a mesma repercussão e fiscalização da imprensa? Por que, diferentemente de Isabella, as crianças assassinadas não são filhas de advogados? Por que os pais que cometeram homicídio não são proprietários de um apartamento na Zona Norte de São Paulo?
De maneira nenhuma é maléfico que a mídia fiscalize o cumprimento das leis e procedimentos que são de interesse público: mas é maléfico que isso seja feito de acordo com o interesse do público, apenas quando as circunstâncias de um crime rendem boas fotos e entrevistas emocionantes, que garantam um aumento de audiência e vendas de exemplares.
Se a imprensa brasileira não trabalhasse com um peso e duas medidas, talvez os 17 dos 34 homicídios entre pais e filhos nos últimos anos não teriam ficado impunes.
13 de mai. de 2010
Ararenses participam de evento em Brasília
16 pessoas de Araras participam do 16º Congresso Eucarístico Nacional, em Brasília, na comemoração dos 50 anos da Arquidiocese e da fundação da cidade
por Diego Santos
O 16º Congresso Eucarístico Nacional será realizado nesse ano de 13 a 16 de maio em Brasília (DF). Da Paróquia São Francisco de Assis de Araras serão 16 pessoas que participarão do evento, entre elas, ministros leigos, agentes de pastorais, acólitos e catequistas, juntamente com o pároco padre Leandro Ricardo.
A paróquia como um todo já se prepara para o evento. “Em nossas celebrações, encontros catequéticos e formativos estamos refletindo sobre a importância da Eucaristia para a vida da Igreja, estamos cantando o hino do congresso e rezando a oração oficial do encontro”, afirmou o padre Leandro. Os participantes foram enviados pelo bispo diocesano, Dom Vilson Dias de Oliveira, em uma missa na paróquia no último dia 2 de maio e, na ocasião, o bispo abençoou as camisetas personalizadas que foram preparadas para o evento.
O tema do 16º Congresso Eucarístico Nacional será “Eucaristia, pão da unidade dos discípulos missionários” e o lema “Fica conosco, Senhor!”. A programação do Congresso envolverá atividades de reflexão e estudo sobre temas atuais da vida da Igreja e relevantes para a vivência do sacramento da Eucaristia, celebrações eucarísticas, adoração ao Santíssimo Sacramento e atividades culturais.
Para esse evento, todos os fiéis católicos brasileiros são convocados. Segundo os organizadores, mais de 300 mil pessoas participam do Congresso Eucarístico Nacional, entre elas cardeais, bispos, sacerdotes, religiosos, diáconos, membros de institutos de vida consagrada, leigos e representantes das 300 dioceses do País.
O enviado especial do Papa Bento 16 para a edição deste ano do Congresso Eucarístico Nacional será o prefeito da Congregação para o Clero, Cardeal Dom Cláudio Hummes, que vai participar de seis atividades oficiais durante o evento.
O Congresso Eucarístico Nacional será o ponto central das celebrações dos 50 anos da Arquidiocese de Brasília, que contarão também com uma retrospectiva histórica dos acontecimentos mais importantes da Arquidiocese, como a primeira missa celebrada no marco inicial da construção da cidade, em 1957, e o 8º Congresso Eucarístico Nacional, realizado em 1970. Em maio, a capital federal também completa 50 anos de fundação.
O Congresso foi antecedido pela realização da 48ª Assembleia Geral da CNBB, cuja missa de abertura, em 3 de maio de 2010, foi memória da Primeira Missa em Brasília, na Praça do Cruzeiro.
A Arquidiocese de Brasília é a responsável pela organização desse 16º Congresso Eucarístico Nacional que acontece a cada quatro anos.
Segundo Dom João Braz, arcebispo de Brasília, “o Congresso Eucarístico deve ser a expressão de um trabalho unido e de comunhão que tem sua fonte na Eucaristia”.
por Diego Santos
O 16º Congresso Eucarístico Nacional será realizado nesse ano de 13 a 16 de maio em Brasília (DF). Da Paróquia São Francisco de Assis de Araras serão 16 pessoas que participarão do evento, entre elas, ministros leigos, agentes de pastorais, acólitos e catequistas, juntamente com o pároco padre Leandro Ricardo.
A paróquia como um todo já se prepara para o evento. “Em nossas celebrações, encontros catequéticos e formativos estamos refletindo sobre a importância da Eucaristia para a vida da Igreja, estamos cantando o hino do congresso e rezando a oração oficial do encontro”, afirmou o padre Leandro. Os participantes foram enviados pelo bispo diocesano, Dom Vilson Dias de Oliveira, em uma missa na paróquia no último dia 2 de maio e, na ocasião, o bispo abençoou as camisetas personalizadas que foram preparadas para o evento.
O tema do 16º Congresso Eucarístico Nacional será “Eucaristia, pão da unidade dos discípulos missionários” e o lema “Fica conosco, Senhor!”. A programação do Congresso envolverá atividades de reflexão e estudo sobre temas atuais da vida da Igreja e relevantes para a vivência do sacramento da Eucaristia, celebrações eucarísticas, adoração ao Santíssimo Sacramento e atividades culturais.
Para esse evento, todos os fiéis católicos brasileiros são convocados. Segundo os organizadores, mais de 300 mil pessoas participam do Congresso Eucarístico Nacional, entre elas cardeais, bispos, sacerdotes, religiosos, diáconos, membros de institutos de vida consagrada, leigos e representantes das 300 dioceses do País.
O enviado especial do Papa Bento 16 para a edição deste ano do Congresso Eucarístico Nacional será o prefeito da Congregação para o Clero, Cardeal Dom Cláudio Hummes, que vai participar de seis atividades oficiais durante o evento.
O Congresso Eucarístico Nacional será o ponto central das celebrações dos 50 anos da Arquidiocese de Brasília, que contarão também com uma retrospectiva histórica dos acontecimentos mais importantes da Arquidiocese, como a primeira missa celebrada no marco inicial da construção da cidade, em 1957, e o 8º Congresso Eucarístico Nacional, realizado em 1970. Em maio, a capital federal também completa 50 anos de fundação.
O Congresso foi antecedido pela realização da 48ª Assembleia Geral da CNBB, cuja missa de abertura, em 3 de maio de 2010, foi memória da Primeira Missa em Brasília, na Praça do Cruzeiro.
A Arquidiocese de Brasília é a responsável pela organização desse 16º Congresso Eucarístico Nacional que acontece a cada quatro anos.
Segundo Dom João Braz, arcebispo de Brasília, “o Congresso Eucarístico deve ser a expressão de um trabalho unido e de comunhão que tem sua fonte na Eucaristia”.
Biblioteca Municipal volta a funcionar
por Juan Piva
A Biblioteca Municipal Professor João de Souza Ferraz foi reaberta no dia 03 de maio, assim como a Biblioteca Infanto-Juvenil Professora Cecília Quadros, que estava funcionando temporariamente no Palacete Levy. As novas instalações ficam na Rua Senador Vergueiro, 843, no Centro de Limeira, e já estão atendendo ao público de segunda à sexta, das 8h às 17h.
Com um layout moderno, a biblioteca democratizou o acesso ao acervo, possibilitando aos usuários o contato com todas as obras de literatura e pesquisa. Antes, a entrada era livre apenas na área de literatura, e os livros de pesquisa eram encaminhados ao público somente mediante solicitação aos funcionários.
Coordenadora das Bibliotecas Municipais, Lígia Consuelo Araújo explica que a iniciativa torna a leitura mais atrativa e propicia maior liberdade de escolha aos leitores. “O objetivo é facilitar a busca de informações, e tornar visível ao público tudo o que a biblioteca tem disponível, como em uma livraria”, conta ela. Lígia alerta para os cuidados necessários no ambiente. “Com a democratização, não só a liberdade, mas a responsabilidade dos usuários também aumenta. É preciso conservar bem os livros e zelar pelo acervo, que é um patrimônio público”, ressalta.
Parte dos livros e o setor de cópias estão instalados no segundo andar do prédio, onde há mais espaço para a leitura. Em toda a biblioteca, há computadores para pesquisa ao acervo de 30 mil livros, que é totalmente informatizado. A forma de atendimento dos funcionários também mudou com a democratização. “A equipe agora monitora o público, encaminhando-os aos livros procurados, e oferecendo orientação e auxílio à pesquisa”, diz Lígia.
Já a Biblioteca Infanto-Juvenil Professora Cecília Quadros, acomodada também no segundo andar, ganhou maior espaço para a realização de projetos culturais como a “Hora do Conto”, com área destinada às crianças para jogos e brincadeiras.
Para se cadastrar na biblioteca é preciso apresentar documento de identidade (RG, RG escolar ou certidão de nascimento) e comprovante de residência (recibo de água, luz, telefone ou aluguel). Para menores de 14 anos é necessária a presença de um responsável. O cartão fica pronto no ato do cadastro, e permite o acesso à biblioteca municipal e infanto-juvenil.
A Biblioteca Municipal Professor João de Souza Ferraz foi reaberta no dia 03 de maio, assim como a Biblioteca Infanto-Juvenil Professora Cecília Quadros, que estava funcionando temporariamente no Palacete Levy. As novas instalações ficam na Rua Senador Vergueiro, 843, no Centro de Limeira, e já estão atendendo ao público de segunda à sexta, das 8h às 17h.
Com um layout moderno, a biblioteca democratizou o acesso ao acervo, possibilitando aos usuários o contato com todas as obras de literatura e pesquisa. Antes, a entrada era livre apenas na área de literatura, e os livros de pesquisa eram encaminhados ao público somente mediante solicitação aos funcionários.
Coordenadora das Bibliotecas Municipais, Lígia Consuelo Araújo explica que a iniciativa torna a leitura mais atrativa e propicia maior liberdade de escolha aos leitores. “O objetivo é facilitar a busca de informações, e tornar visível ao público tudo o que a biblioteca tem disponível, como em uma livraria”, conta ela. Lígia alerta para os cuidados necessários no ambiente. “Com a democratização, não só a liberdade, mas a responsabilidade dos usuários também aumenta. É preciso conservar bem os livros e zelar pelo acervo, que é um patrimônio público”, ressalta.
Parte dos livros e o setor de cópias estão instalados no segundo andar do prédio, onde há mais espaço para a leitura. Em toda a biblioteca, há computadores para pesquisa ao acervo de 30 mil livros, que é totalmente informatizado. A forma de atendimento dos funcionários também mudou com a democratização. “A equipe agora monitora o público, encaminhando-os aos livros procurados, e oferecendo orientação e auxílio à pesquisa”, diz Lígia.
Já a Biblioteca Infanto-Juvenil Professora Cecília Quadros, acomodada também no segundo andar, ganhou maior espaço para a realização de projetos culturais como a “Hora do Conto”, com área destinada às crianças para jogos e brincadeiras.
Para se cadastrar na biblioteca é preciso apresentar documento de identidade (RG, RG escolar ou certidão de nascimento) e comprovante de residência (recibo de água, luz, telefone ou aluguel). Para menores de 14 anos é necessária a presença de um responsável. O cartão fica pronto no ato do cadastro, e permite o acesso à biblioteca municipal e infanto-juvenil.
6 de mai. de 2010
Boletim Intervalo
Acompanhe mais programas de rádio produzidos por alunos de Jornalismo do Isca, sob orientação do professor Luiz Antônio Veloso Siqueira:
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