11 de nov. de 2011

Isca participa da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia

Letícia Beneton

O Isca Faculdades promoveu atividades de divulgação científica como parte da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia. Os eventos, que aconteceram entre os dia 17 e 19 de outubro, foram destinados aos estudantes do Isca e abertos à comunidade.

Para os alunos dos cursos de Engenharia Ambiental, Engenharia de Produção Elétrica e Química foram promovidas palestras com o tema: “Novos rumos da Tecnologia”. 

No dia 19, alunos do segundo semestre de Comunicação Social, Jornalismo e Publicidade, apresentaram o programa de rádio do Isca, o Frequência Universitária, transmitido no horário do intervalo. No programa, foi entrevistado o professor Alexandre Vilela, que falou sobre a importância da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia. “A finalidade desta semana é mobilizar os alunos em torno do tema, valorizando a criatividade, a atitude científica e a inovação”, esclarece.

Na ocasião, a reportagem em vídeo do aluno Carlos Giannoni, do 8º semestre do curso de Jornalismo do Isca Faculdades, foi transmitido para os alunos, em um telão no espaço em frente à cantina. Carlos Giannoni é o grande vencedor do 7º Concurso Universitário de Jornalismo da CNN, com a reportagem Pedal Sustentáve.       

A Semana Nacional de Ciência e Tecnologia é promovida pelo Ministério da Ciência e Tecnologia e acontece no Brasil desde 2004. O objetivo é mobilizar a população, em especial crianças e jovens, sobre os temas e atividades de Ciência e Tecnologia. O tema deste ano foi: “Mudanças climáticas, desastres naturais e prevenção de riscos”.

4 de nov. de 2011

Aluno do Isca fica entre os 10 finalistas em concurso de Publicidade

Cíntia Ferreira

Fábio Pacagnella, aluno do 4° semestre de Publicidade e Propaganda do Isca Faculdades, ficou entre os dez finalistas do interior do Estado de São Paulo, no concurso “Sem outdoor não dá”, promovido pela Central de Outudoor, na categoria estudante. Este concurso é direcionado aos profissionais e estudantes de Publicidade e Propaganda e tem abrangência nacional. Para participar, cada estudante elaborou uma peça em formato de outdoor com o slogan “Outdoor faz toda a diferença”.

No dia 19 de outubro de 2011 aconteceu, em Campinas, a noite de premiação para os finalistas do interior do Estado. O aluno Fábio, seus convidados e a coordenadora do curso, Audre Alberguini, estiveram presentes no evento. Para Fábio, ser um dos finalistas do concurso e participar da noite de premiação foi uma surpresa agradável. Iisso significa que meu trabalho foi reconhecido e que valeu o esforço de ter feito”, comemora.

A professora Audre, que acompanhou o estudante durante o evento e o processo de participação no concurso, acredita que essa colocação de Fábio é mais um fator que valoriza os cursos do Isca Faculdades. “E um reconhecimento do esforço de nossos alunos”, reforça.


Peça elaborada pelo aluno Fábio Pacagnella


3 de nov. de 2011

USTL entrega os prêmios aos alunos de Jornalismo no Isca Faculdades

Letícia Beneton

A União Sindical dos Trabalhadores de Limeira (USTL) promoveu, neste semestre, o Primeiro Concurso USTL de Jornalismo. trata-se de um concurso acadêmico para os alunos de Jornalismo do Isca Faculdades. Os alunos participantes produziram reportagens com o temaO papel dos sindicatos no desenvolvimento do Brasil”.

No último dia 24 foram divulgados os vencedores do Primeiro Concurso USTL de Jornalismo, na abertura da Semana de Comunicação 2011 do Isca. Nesta terça-feira, 1º de novembro, aconteceu a entrega dos prêmios, em dinheiro, aos três primeiros colocados.

Segundo Mateus Calefi, presidente do Sindicato dos Empregados em Condomínios Residenciais, Comerciais ou Mistos de Limeira (Sinecon), o Primeiro Concurso USTL de Jornalismo superou as expectativas. ”Foi muito bom planejar esse primeiro concurso em parceria com o Isca Faculdades. O retorno foi ótimo, todos os trabalhos ficaram muito bom”, conta Calefi. “Espero que em 2012 possamos estar juntos de novo”, finaliza.

Para o aluno Matheus Fonseca, primeiro colocado, o dinheiro veio em boa hora, pois será investido na poupança para seus estudos futuros. Ele foi premiado com R$ 2 mil.

Para a segunda colocada, Rafaela Silva, o premio de R$ 1, 5 mil será investido na compra de um notebook para auxiliar os estudos.

O terceiro lugar ficou com a aluna Dora Vitti, que aplicará o premio de R$ 1 mil na poupança.

Na entrega dos prêmios estiveram presentes também, os sindicalistas Carlos Chaves Solano, presidente do Sindicato de Jóias e Artur Bueno de Camargo, presidente da Confederação dos Trabalhadores das Indústrias de Alimentação.





Alunos do curso de comunicação recebendo a premiação junto com a coordenadora do curso Audre Alberguini e representantes da USTL

Foto: Letícia Beneton


31 de out. de 2011

Último dia da SECOM encerra a semana com chave de ouro


Ana Paula Coletta, Bruna Leme, Érika Scharlach, Laura Thomaz, Luana Ribeiro, Mylena Arruda e Rafaela Silva

A Secom 2011, que teve como tema a Comunicação e os Desafios das Mídias Digitais, contou com a participação de diversos profissionais das áreas de Publicidade e Propaganda, e de Jornalismo que ministraram palestras e mesas-redondas sobre o assunto. No último dia, 27/10, o evento teve a presença da assessora de imprensa Grasiela Caldeira, e da editora do jornal on-line EP Piracicaba, Suzana Amyuni.


Palestra da Assessora de Imprensa Grasiela Caldeira
Foto: Teles Cristiano

Grasiela, que iniciou a noite abordando o assunto “Assessoria em Tempos de Novas Mídias”, demonstrou a importância do uso correto das mídias sociais dentro dessa profissão.

Ela desenvolveu o tema a partir da definição do que são mídias sociais e prosseguiu sinalizando as transformações que essas ferramentas trouxeram para o cotidiano do assessor de imprensa.

Grasiela defendeu a ideia de que as redes sociais são instrumentos que ainda estão em construção, mas que desafiam os meios clássicos de comunicação e trazem modernidade. Ela questiona sobre o uso que é feito das mídias sociais ultimamente: “Até que ponto é bom se aproximar ou se afastar das redes sociais?”, e evidencia a necessidade do assessor em utilizar esses meios de uma maneira positiva, sem que se tornem obstáculos que tragam reflexos negativos para o cliente.

Suzana, segunda palestrante da noite, compartilhou suas experiências profissionais no site EPTV.com de Piracicaba com os alunos presentes, demonstrando o cotidiano do jornalista que atua na área on-line. Discutiu sobre os desafios que os profissionais encontram ao produzir matérias para o site, afirmando que o meio on-line necessita de imediatismo na postagem das notícias, o que exige maior cautela na apuração dos fatos, para que assim, o material tenha credibilidade, seja completo e conciso. Ela afirmou ser necessária a utilização de recursos (infográficos, fotos, contato com internauta, layout e caricaturas) para melhor entreter o leitor internauta. Ela explicou que o site oferece interatividade, mantendo o leitor integrado em todos os sites da EPTV, com informações não apenas de Piracicaba, mas de toda região.

A noite foi encerrada com a exploração do tema através de perguntas feitas pelos participantes do evento. Audre Alberguini, coordenadora dos cursos de Comunicação Social, muito feliz e satisfeita com toda a semana de palestras, agradeceu a participação de todos os alunos, professores, autoridades e convidados e salientou a importância de todos na organização do evento. “Foi uma semana muito proveitosa principalmente porque os alunos participaram da elaboração da semana, ajudaram no planejamento, na execução. Essa participação, essa construção coletiva, também ensina, e isso é muito mais compensador para o aluno”.


A Moda e o Jornalismo

O último dia de Secom foi aberto com uma oficina ministrada pela jornalista Tamires Gonçalves Dias, que trouxe o assunto “Comunicação em Moda” para os participantes presentes. Durante toda oficina, Tamires enfatizou a importância do profissional estar devidamente preparado, dando dicas para atuação nesse mercado. Em entrevista, ela fala sobre a carreira e sobre o mercado de moda no Brasil.
A jornalista Tamires Gonçalves durante a oficina sobre Moda e Jornalismo
foto: Teles Cristiano

Você fez Jornalismo. Onde e quando se formou?
No Isca, me formei o ano passado, na turma de 2010.

E como você resolveu entrar nessa área de moda?
Na verdade, eu sempre gostei das editorias que envolviam tendências, beleza e saúde. Então, era algo que eu sempre gostei de fazer. E eu tomei a decisão de querer procurar um curso, porque eu sentia a necessidade de melhorar o texto. Ter conhecimento desse mundo, para ter autoridade na hora de escrever, na hora de fazer uma pauta, na hora de ter um roteiro de entrevista e na hora de entrevistar uma personalidade desse mundo.

Com que curso você deu sequência aos seus estudos?
Eu me formei no ano passado e como eu escrevia matérias sobre beleza, comecei a fazer um curso de maquiagem, porque eu queria entender um pouco mais para poder dar dicas e até escrever. Terminei o curso e comecei a fazer Senac em Americana, o curso de Moda e Estilo, um curso que forma assistentes de estilista, personal stylist, produtor de moda e vitrinismo também. Assim, a gente tem autoridade para falar sobre isso. E como falei, meu objetivo não é ser uma estilista, mas é customizar algumas peças, dar algumas dicas sendo personal stylist. E é isso que eu quero.

Como você vê a moda no mercado de Jornalismo? É uma editoria que tem sido bem aceita? Como é esse mercado?
Aqui, especificamente em Limeira, o Jornalismo de moda ainda não existe. Existe o Jornalismo feminino, ou seja, você é uma jornalista que escreve sobre beleza, saúde, bem-estar, dá dicas e fala sobre tendências. Não é algo específico como já existe em São Paulo, como essas grandes revistas que já são focadas nisso. E eu acho que a tendência do mercado tende a crescer, visto que tudo envolve moda. Principalmente devido às grandes semanas que o Brasil faz. Nosso país já é um grande produtor de estilo, de tendências. Então, eu acho que Limeira tem bastante a crescer, a aprimorar. Tanto que as vagas de trabalho são difíceis. Se você for repórter, você vai trabalhar em várias áreas, não é uma editoria específica. As revistas são mais sociais do que focadas em moda. Então, tem que crescer, pois é mais uma área onde nós podemos trabalhar. E para quem gosta, desenvolver o conhecimento, aprimorar. Onde aqui em Limeira você pensa em trabalhar com isso? É difícil. É importante o crescimento de cadernos. O Jornal de Limeira está trabalhando com vários cadernos, inclusive focados em moda. Se outros se espelharem nisso, o mercado tende a crescer.

Qual é a visão dos outros profissionais sobre o jornalismo de moda? O que você sente? Existe algum tipo de preconceito?
Essa coisa de preconceito eu nunca vi. Em Limeira você vai cobrir tudo, não tem como você escolher, não tem um veículo fixo que trabalhe só com moda. Então, vai de você se identificar com essa editoria. Mas não tem isso. Pelo pessoal que é do mesmo ramo, amigos meus, isso é muito tranquilo.

O que você acha dessa febre dos blogs? Todo mundo virou um pouco consultor de estilo, personal stylist. Todos querem dar dicas de moda. Isso é positivo?
Assim como nós, jornalistas e futuros jornalistas, fazemos seleção de outros assuntos na área da pesquisa, também temos que fazer nesse aspecto. Quais os principais meios de informação de moda? Vogue, Elle. Esses são meios nos quais você pode confiar. E o pessoal que tenta dar dicas, na verdade, eles se baseiam nesses meios. Então, se você digitar no site de pesquisa, site de busca, vai aparecer um monte, mas eles se basearam no quê? Algo que viram na TV, nas revistas... Tem que ter essa proximidade, se a gente faz as seleções de outros temas, porque não com esses também na hora de pesquisar, de buscar. Mas é preciso estar atento.
  

O que você tem feito atualmente?
Escrevo como freelancer pra alguns jornais. Tenho uma coluna em um jornal popular aqui em Limeira. E estou montando um negócio na área de moda. Como eu gosto muito de moda Vintage, vou abrir um brechó focado nessa tendência rêtro e, até novembro, estarei com tudo pronto.

Novo mercado publicitário foi tema do terceiro dia da Secom 2011

As palestras dos publicitários Pedro Gravena, Maurício Santana e Leonardo Rossi apontam os novos rumos da Publicidade no Brasil

Por Horácio Busolin Júnior, Matheus Fonseca e Alexandre Sinotti

Criatividade, ousadia e persistência. Essas foram algumas das dicas dadas pelos publicitários Pedro Gravena, da Agência DM9, e Leonardo Rossi e Mauricio Santana, ambos da Agência Iguale, durante o terceiro dia (26/10), da Secom 2011, realizado no anfiteatro do Isca Faculdades.

O rumo do mercado publicitário e os novos públicos que surgem com o advento das novas mídias foi o tema recorrente das palestras. Quase como uma exposição de boas histórias, as palestras tiveram por objetivo apresentar um novo panorama de como se fazer Publicidade com ousadia e muito esforço.

Abrindo as palestras, os publicitários da Agência Iguale, Leonardo Rossi e Maurício Santana, expuseram as experiências acumuladas no mercado de trabalho e também apresentaram o projeto desenvolvido na agência, que consiste na comunicação da acessibilidade. Eles desenvolvem novos meios de comunicabilidade para deficientes visuais e auditivos.

Por meio da publicação da portaria nº 310 de 27 de junho de 2006, foi aprovada a Norma Complementar nº 01/2006, que dispõe sobre acessibilidade para pessoas com deficiência na programação veiculada na televisão. Foi através dessa portaria que Maurício Santana teve a ideia de desenvolver um projeto especial para esse público. “Descobri que desenvolver novos canais para esse público seria uma novidade lucrativa, já que ao todo são 22 milhões de deficientes visuais e auditivos no Brasil. Até então nenhuma empresa fazia isso. Além de que um projeto como esse valoriza a marca da empresa, reforçando sua imagem institucional”, disse Santana.

Os dois projetos-chave da dupla são a produção de closed chaption (legenda oculta que descreve as falas de atores e sons presentes na cena) e audiodescrição (narração da descrição das cenas) para a televisão. Ambas as produções, de acordo com Leonardo Rossi, passaram por vários testes até serem aceitas. “Esse tipo de comunicabilidade ainda é muito novo e fomos aprendendo com várias tentativas. Ao final de um filme que fizemos audiodescrição fiquei muito contente em observar que o público compreendia nosso trabalho, comentando detalhes do filme”, declarou Rossi.

Maurício alertou que as demandas para o mercado de trabalho devem aumentar com a obrigatoriedade do sinal para o closed caption e a audiodescrição. “O mercado que trabalha com comunicação de acessibilidade ainda é pequeno. Falando isso, fica parecendo até que estou semeando a concorrência. Ultimamente tivemos até dificuldade de formar novos profissionais, o que não é uma tarefa tão simples”, alerta Santana.

O publicitário apontou que as funções de audiodescritor e produtor de legendas necessitam de certos requisitos, como o conhecimento em história e cinema, ter bom português e, acima de tudo, ser claro e sucinto. “Além de certos requisitos básicos, é importante que o profissional se familiarize com os softwares e aprenda a dominá-los”, recomenda o publicitário.

Ao final da palestra, Rossi demonstrou as técnicas de audiodescrição, apresentando trecho de filme da Quarta Mostra Cinema de Direitos Humanos na América do Sul, para o qual a dupla produziu audiodescrição. Além disso, a agência também está produzindo audiodescrição para o programa Comédia MTV e legendas para propagandas.

Música e Internet
A indústria fonográfica, com o advento da Internet, ainda não encontrou um modelo ideal de comercializar música na rede. As vendas de CDs caíram vertiginosamente, e o caminho para os artistas divulgarem suas canções migrou para os computadores.

Antenado em novos conceitos de marketing na web, o publicitário Pedro Gravena, resolveu arriscar e decidiu cair de cabeça em um projeto que parecia  inviável. Persistente, ele queria atrair a atenção do público para a música de uma forma multimídia, usando vídeos e, principalmente, a interação do público com o artista.

A palestra de Gravena foi baseada na produção e concepção do projeto Skank Play, que é uma espécie de vídeo clip social da música “De repente” e foi desenvolvido pela agência Don´t Try This e pela banda mineira Skank.

De forma descontraída e humorada, Gravena contou sobre o que não deu certo no início do projeto, como forma de aprendizado para os estudantes presentes. “O projeto hoje é um sucesso. Seria muito fácil chegar até aqui e contar só os pontos positivos. No entanto, acho importante que vocês fiquem sabendo do que deu errado, para que possamos aprender com os erros”, comentou.

O projeto de Gravena consistia em desenvolver um site para bandas, em que os músicos pudessem tocar com seus fãs. “Queria desenvolver um projeto no qual os músicos da banda tocassem junto com os fãs, simultaneamente. Isso seria possível se filmássemos os músicos tocando, e depois colocássemos os fãs acompanhando em vídeos separados. A ideia parecia absurda, mas depois de vários testes que fizemos com amigos, o projeto ganhou forma”, disse Gravena.

Após erros e tentativas, o produtor do Skank assistiu a um piloto do projeto e fechou um contrato com o publicitário. ”Em uma palestra conheci o produtor do Skank que topou concretizar o projeto”, relatou.



Contos e fábulas abrem o terceiro dia de oficinas da SECOM

Matheus Fonseca

Com o título “Encantando e Contando”, a oficina de Contação de Histórias ministrada pela jornalista e professora Ingrid Gomes, deu início às atividades da quarta-feira, 26, na SECOM 2011. Ingrid apresentou técnicas e dicas sobre a arte de narrar. Ela resgatou as origens e características do conto fantástico, ilustrando com livros que compilam histórias clássicas de cunho moral. Descontraída, a professora entusiasmou e ensinou os participantes durante os 50 minutos da oficina.

Que tal uma historinha?

Ingrid também promoveu a interatividade dos participantes. Utilizando objetos de sua “caixa mágica”, a contadora propiciou um cenário lúdico aos participantes, que superaram a vergonha e narraram suas próprias histórias.

“A imaginação é fundamental. O universo imagético compõe o elemento principal para uma boa história”, considerou. “O repertório criativo e fantasioso das crianças, atualmente, é muito limitado”, lamentou.

Ingrid ressaltou, inclusive, a importância da oralidade enquanto elemento cativante. “O ouvinte deve ser conquistado. Uma vez fisgado, levará para sempre a emoção que sua história proporcionou em dado momento, em determinada situação da vida”, emocionou-se Ingrid, garantindo que, sim, as palavras têm poder.