18 de mai. de 2011

Programa de Estágio

  Grupo Foco em parceria com a Multinacional Automotiva, contrata universitários para Programa de Estágio, formandos de junho/2012, dezembro/2012, junho/2013 ou dezembro de 2013.

Requisitos:
Inglês intermediário/avançado

Conhecimentos Pacote Office

Benefícios:
Bolsa auxílio compatível com o mercado

Refeição e transporte gratuitos

Assistência médica
Seguro de vida


Cursos:
Administração                                   
Análise de Sistemas           

Ciências Contábeis                             
Ciências da Computação

Ciência Econômicas                            
Comércio Exterior    

Comunicação Social                            
Relações Internacionais

Controle de Automação                       
Direito

Engenharia Civil                                
Engenharia Mecânica

Engenharia de Produção                                      
Engenharia Elétrica

Engenharia Mecatrônica                                         
Engenharia de Materiais

Estatística                                                           
Jornalismo

Letras                                                                  
Psicologia

Publicidade e Propaganda              

                                 
Os interessados deverão encaminhar currículos no e-mail: piracicaba@grupofoco.com.br

Assunto: inserir o curso correspondente.

17 de mai. de 2011

Programa Linkados inicia nova temporada

Por Letícia Beneton

Está no ar a segunda temporada do Programa Linkados, que é promovida pela Agência Experimental de Comunicação, a Ae.Com do ISCA Faculdades, e pelos alunos do curso de comunicação. A linha editorial do programa destina-se ao público universitário, com linguagem jovem e despojada, aborda assuntos diversificados. A produção do programa está de acordo com as novas ferramentas da web, portanto o conceito foi elaborado de acordo com a linguagem da web, desde o nome até os quadros a serem produzidos.
Segundo o apresentador do Programa Linkados, Wagner Gonçalves, participar das gravações não foi somente uma oportunidade de crescimento acadêmico, mas também pessoal, pois na sua opinião o Programa é o seu canal de aprendizado, que acaba avaliando os erros e acertos, incentivando a melhorar a cada dia.
Na nova temporada do Programa estréia também o Quadro Troll, que segundo a apresentadora Lílian Albertini teve o nome escolhido por ser uma gíria, de significado “ provocação”, que vem sendo bastante utilizada na web. A ideia encaixou-se ao Programa Linkados, que é exibido pela internet, além da questão de voltar-se a uma linguagem mais descontraída e jovial. Lílian afirmou gostar de desenvolver o quadro, mas confessa que ficou tensa na hora da gravação, e errou algumas vezes.
O tema abordado nesta temporada contextualiza a poluição sonora, e o objetivo focou-se em trabalhar questões abordadas pela Promotoria Comunitária de Limeira. Foi apresentado por Raiza Tronquim e Wagner Gonçalves, a edição trouxe o empresário Pedro Luís Pilon e o médico José Eli Baptistella, que esclareceram dúvidas referentes ao assunto do debate. A maioria dos universitários que viu o Programa elogiou o trabalho produzido pela equipe de produção.

13 de mai. de 2011

Logo oficial de Direito será lançado em cerimônia

Cíntia Ferreira

 o aluno de direito Paulo Sérgio Ferreira, explica o logotipo.

No dia 30 de maio, às 19h30 acontece no anfiteatro do Isca Faculdades, a cerimônia de lançamento do logo oficial do curso de direito da instituição. O logo foi elaborado pelo aluno do sétimo semestre do curso, Paulo Sérgio Ferreira.

        O logotipo oficial traz as cores do Isca no centro, juntamente com o símbolo oficial do direito, a imagem da deusa grega Diké segurando em uma das mãos a espada, e em outra a balança, simbolizando a justiça. O desenho possui também nas laterais ramos representando a cana de açúcar e a laranjeira, que já foram as principais vertentes da economia limeirense.


Fotos: Jaime Curcio

9 de mai. de 2011

Ingressos do “Viola de Todos os Cantos” podem ser adquiridos em 5 pontos


Divulgação

Um dos maiores festivais de música regional e de raiz do Estado de São Paulo chega novamente a Limeira, em novo local. O “Viola de Todos os Cantos” acontece no Gran São João, às 20h, no dia 21 de maio. Os ingressos já estão disponíveis e podem ser trocados por um quilo de alimento não perecível ou uma lata de leite em pó, que serão repassados ao Banco de Alimentos do Centro de Promoção Social Municipal (Ceprosom). O evento em Limeira trará show com o cantor Hudson Cadorini e é realizado pela EPTV e Prefeitura, através da Secretaria da Cultura.

A troca dos ingressos pode ser feita no Teatro Vitória (Praça Toledo Barros, s/nº - Centro), Secretaria da Cultura (Rua Senador Vergueiro, 122 – Centro), Biblioteca Municipal (Rua Senador Vergueiro, 843 – Centro), Escola Municipal de Cultura e Artes (Rua Capitão Bernardes e Silva, 144 – Centro) e secretaria do Gran (Rua Doutor Antonio Frederico Ozanan, 111 – Vila São João).

Com grandes expectativas, o secretário da Cultura, José Farid Zaine, afirmou que a procura pelos ingressos já está intensa. “É um grande show musical, que a família limeirense abraça e curte todos os anos”.

Mais informações podem ser obtidas no telefone da Secretaria da Cultura, (19) 3451 0502.

6 de mai. de 2011

Da porta para dentro

Assassinato de crianças no Rio de Janeiro mostra que, ao tempo em que o governo deve investir em políticas voltadas à Segurança Pública, a formação do cidadão consciente se inicia em núcleo familiar.

Matheus Fonseca
O episódio conhecido como “Massacre de Realengo” não só gerou pânico e indignação pelo País, como reacendeu o debate sobre circulação, comércio e porte de armas de fogo entre a sociedade civil. A chacina – que culminou com a morte de 12 crianças e suicídio do próprio atirador – ilustra o quadro de violência generalizada e insegurança típicas da crise na Segurança Pública. Ocorrida em 07/04, a tragédia, trouxe à tona a questão sobre iniciativas do Estado na defesa do “cidadão de bem”, e repercutiu em vários segmentos sociais. O crime, organizado ou não, já não responde sozinho pelo clima de insegurança instaurado na população. Com o acesso irresponsável do cidadão comum a armas de fogo tornam atos criminosos e tragédias cada vez mais próximos. O problema, agora, é também da porta para dentro.
Logo no dia 08/04, um dia após Wellington Menezes de Oliveira invadir sua ex-escola e tirar a vida de 12 inocentes, o presidente do Senado Federal, José Sarney, manifestou-se favorável à realização de novo plebiscito sobre o comércio de armas de fogo no Brasil. O senador Sarney busca o apoio da sociedade para promover uma revisão da Lei 10.826/2003, mais conhecida como Estatuto do Desarmamento, norma que estabelece regras para a aquisição e o porte de armas. Segundo o senador, não se trata de desrespeitar a opinião do povo, mas de ouvi-lo novamente (em 2005, através de referendo popular, a maioria da população brasileira rejeitou a proibição da venda de armas e munições). Tal posicionamento soa um tanto quanto oportunista, uma tentativa de “mostrar serviço” frente ao descrédito da população quanto às atitudes do poder público no combate à violência. O “surto” que possuiu o atirador no episódio de Realengo, apesar de ter ocorrido de forma pontual, dá mostras de uma personalidade deturpada. Impossível prever se aquele que se mostra tão próximo distribuirá abraços, flores, socos ou pontapés, mas as razões sociais que levam a atos impensáveis estão na raiz do problema da violência.
A propositura do Senado – agir às pressas com a realização do plebiscito já em outubro – é questionada pelo presidente da Câmara dos Deputados, Marco Maia. "Nós já fizemos um plebiscito, que demonstrou a opinião da população acerca do desarmamento e que foi, na minha avaliação, muito firme, muito contundente”, afirma. A opinião do deputado é compartilhada por Ophir Cavalcante, presidente nacional da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). "O plebiscito pode ser uma cortina de fumaça para desviar o foco dos reais problemas de segurança que devem ser enfrentados pelo governo, além de se constituir num desrespeito à vontade popular legitimamente expressada no referendo de 2005". A polêmica está, definitivamente, instaurada, com o povo no centro do fogo cruzado.
A opção “popular” por manter o comércio de armas e munição obteve saldo positivo? Não se trata somente de uma questão de números, estatísticas e indicadores. É necessário refletir se decisões tomadas “pelo povo” se mostram mais eficazes do que medidas impostas pelo governo, sob a égide da Lei (como a Lei Seca e suas rígidas penalidades). Fácil é o Estado eximir-se de culpa através de referendos que nada mais são do que ferramentas de pseudo-democracia, assim como é conveniente ao núcleo familiar culpar os políticos pelos infortúnios cotidianos. A sociedade precisa aprender a defender-se dela mesma, pois o “cidadão comum”, quando mal intencionado, transforma qualquer objeto à mão em arma letal, seja um revólver, um carro, um pedaço de pau ou um simples clipes de papel. E não há plebiscito que imponha berço, educação e cidadania.